3 semanas, 3 desafios

24 Junho: III Triatlo Lusitano Centenário, distância Sprint (750m Natação + 20km Ciclismo + 5km Corrida)

01 Julho: VI Triatlo Longo de Caminha, distância Longa (1800m Natação + 90km Ciclismo + 21km Corrida)

08 Julho: I Aquatlo O2, distância Sprint (750m Natação + 5km Corrida) – uma estreia para mim

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O Tempo e o que fazemos dele

Um fim de semana tem 48h. Alguém que acorde às 8:00 e se deite às 24:00, terá um total de 32h para preencher com aquilo que lhe apetecer – ver televisão p.e. – ou for necessário – limpar a casa, p.e.

Este fim de semana fiz dois treinos de ciclismo e um de corrida, coisas que me ocuparam durante cerca de 7h35min

Sobraram assim 24h25min para preencher com outras coisas para além treinar.

Foram 7h35min em modo solitário, onde o tempo passa contigo a olhar para o Garmin preso ao guiador, a olhar para a estrada, a desviar dos buracos, a soltar palavrões aos que se metem à estrada com total desprezo pela tua aproximação – para não falar dos que fazem tangentes – para voltar a olhar para o Garmin, para a estrada, desviar dos buracos … não é fácil. Por vezes vêm as dúvidas sobre o que estamos a fazer ali, se vale a pena. Mas rapidamente nos lembramos dos benefícios da pratica do exercício físico, em primeiro, e do objectivo de realizar uma marca ou conquista numa competição, em segundo. Isso, costuma ser suficiente para dissipar todas as dúvidas, ou mesmo aliviar o desconforto nas nádegas por estar tanto tempo em cima de um selim.

Hoje, no Ameixial, estavam 11ºC. E só perto das 12:00, quando o sol apareceu, é que a temperatura se dignou a subir dos 20ºC. Por isso, a 10 de Junho, ainda será válido dizer:

Winter Miles, Summer Smiles

 

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Tu e o Zen, um stress

Já foram a uma aula de Ioga ou Body Balance? Vão. Recomendo. Mas prefiro Pilates (em breve, irei falar dessa maravilha por aqui).

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No final destas aulas, há um momento em todos se deitam no colchão de barriga para cima. A intensidade da luz é reduzida, a música fica suave e, todos ficam a relaxar o mais possível de olhos fechados. Todos menos, tu! É complicado. Tu aguentas uns 30 segundos, vá, com boa vontade, um minuto, naquele estado. Mas depois, começas a achar que já estás há “demasiado” tempo a descontrair. Por ti já estava tudo de pé. Mas não.

Abres um olho, espreitas à volta e vez que todos continuam naquele estado Zen, como se tivessem ido para outra dimensão. Mas tu, é um desassossego. É tipo alguns miúdos nos berços dos infantários. Dormem um bocado, acordam, e põem-se de pé a blablar, tipo “Malta! Acordem! Bora brincar. Ó malta! Então!? Já chega. Vamos comer bolachas!

A instrutora vai sussurrando no microfone “Inspirem e expandam o abdómen … ZZZ … relaxem os pés … as pernas … ZZZ … as pálpebras … os olhos … ZZZ … a boca … re … la … xem …“. Tu ouves isso, mas o teu cérebro processa outras coisas, tipo “Doo wop a doo wop, shoopi doobi doo wop, Doo wop a doo wop, shoopi doobi doo wop, She give me Katchi, All night long …“. Os dedos dos teus pés vão abanando de forma discreta. A ponta dos teus dedos vai batendo no chão ao ritmo da música na tua cabeça. Fazes isso até chegar à parte da irritação. Pá! Já chega, não!? Bora lá! Upa!

Tu e o Zen, um stress. AH! E nunca esquecer que neste interminável período, que para mim parece durar horas, ficas sujeito a uma frente fria e ao ar condicionado, pelo que, é sempre bom que tenhas um casaquinho para vestir …. ATCHIM!

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“Primeiro o estilo, só depois o andamento”

Sinceramente, tu nem fazes ideia sobre quem pedala pela equipa Wilier. Apesar de pedalares, ligas pouco ou nada ao ciclismo.

A verdade é que estás numa idade em que, um dos fatores de escolha de um equipamento é a sua visibilidade a 1km. Segurança acima de tudo.

Vá, também por ser lindo, claro (sim, gostos não se discutem)

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Setúbal Triathlon, 2019

Provavelmente, o melhor triatlo de Portugal e arredores

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A surpresa dos 50

Só em Setembro é que completarei, espero, meio século de existência à face da Terra. Mas no Triatlo, no ano em que se faz anos, é quando se muda de escalão. E em 2018 eu passei a competir no escalão V3.

No campeonato regional, no duatlo de Ferreiras, fiz segundo lugar do meu escalão. Agora, no triatlo de Albufeira-Galé, consegui o terceiro lugar numa prova bastante competitiva. A história de mais um dia memorável, conto depois. Para já, fica o quadro das classificações.

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Quando a cabeça bloqueia ou tens um momento “na apanha da conquilha”

Este Domingo, 20 Maio, realiza-se mais uma edição do triatlo de Albufeira-Galé, a contar para o campeonato regional do Algarve. Entre tudo o que pode correr bem ou mal, vou com uma certeza: não irei repetir a parvoíce que fiz o ano passado.

E que parvoíce foi, pergunta você. Tão simples como isto. Daqueles erros típicos que comete a malta verde no triatlo e que não se espera ver repetido em malta, vá, com alguma experiência nestas andanças.

Fiz o segmento da natação com a sensação de ter tido um bom desempenho. Saio da água, começo a andar e, ali na babuja, vejo dois adversários a tirar o fato. Naquele momento, não sei o que me passou pela cabeça, mas achei aquilo uma ideia brilhante. Fui imitá-los.

Mal baixei cabeça para tentar tirar as pernas, sinto umas tonturas. Má ideia! E então fiquei por ali a tentar equilibrar-me e já sem conseguir voltar a correr, pois o fato estava de forma a que a única solução seria despi-lo.

As fotos seguintes mostram um triatleta na apanha da conquilha ou, aquilo que nunca se deve fazer. O tempo que perdi naquela operação foi uma eternidade.

 

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