XVIII Triatlo de Quarteira, 28 Abril 2019 – FOTOS

Restantes fotos, aqui

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IV Duatlo de Ferreiras, 25 Abril 2019

Tempo final: 1:00:11
Geral Masculina: 36º (em 95)
Escalão 50-54:

Uma competição no Dia da Liberdade onde era preciso correr 4km, pedalar 16km e voltar a correr 2km. Desta vez não consegui ir ao pódio. Lutei muito, dei o que tinha, mas faltou um bocadinho. Um bocadinho que se resume à cena do costume: no ciclismo, ter medo de cair nas curvas mais ‘complicadas’, travar muito, ‘perder a roda’ e seguir em modo solitário até ao fim. Mas já lá vou.

Começo por uma nota negativa.
Nestes eventos desportivos, por vezes, quem organiza faz questão que haja presença de figuras ‘vip’ para dar a partida, regra geral, o senhor presidente, da câmara, da junta de freguesia, etc.

O problema é que estas figuras ilustres não fazem ideia daquilo que se passa antes do tiro de partida. Os atletas, actores principais nesta peça, procedem sempre a um aquecimento antes de puxarem o coração ao máximo. É isso que lhes permite sair no máximo e evitar lesões. E esse aquecimento é ajustado na sua duração para encaixar até à hora definida para a partida. Não faz sentido, nem se aceita que os actores principais possam estar 10min parados à espera dos ilustres (uma vez, numa corrida em Vilamoura, estivemos 20min à espera do ex.mo sr. presidente).

Ali, em Ferreiras, quando todos pensavam que iam dar o litro à 10:30 em ponto, eis que somos avisados que ainda ia tocar uma Fanfarra, que afinal ainda vinha a caminho e que, teríamos de esperar pela chegada do ex.mo sr. presidente da autarquia. Não pode ser. A partida tem sempre de ser dada à hora marcada.
Adiante.

Dada a partida, finalmente, foi tentar correr no máximo para conseguir ganhar vantagem aos adversários diretos no meu escalão. Pelo menos para o segundo ou terceiro lugar, pois o primeiro, estava à partida atribuído ao Paulo Silva, que não ia dar qualquer hipótese na corrida.

Num percurso tramado, com subidas tramadas, deu para fazer média de 4:02/km e ganhar uma diferença de tempo considerável para os que me perseguiam.

Veio o ciclismo e ainda consegui apanhar uma boa roda. Só que, no final da primeira volta, a minha cicloazelhice mostrou-se em todo o seu esplendor. Travei, eles foram e eu fiquei entregue à minha sorte durante mais duas voltas.

Para bater no fundo, a meio da segunda volta e quando eu lutava contra o vento, numa estonteante velocidade de 25km/h, eis que sou passado a fundo pelos meus perseguidores diretos, não tendo tido qualquer capacidade de reacção para me agarrar a eles. Fiz os 16,3km com média de 32.2km/h.

Entrei para a última corrida já sem grandes hipóteses de recuperar do prejuízo. E tal como sucedeu o ano passado, nos primeiros 300m, começo a sentir cãibras e sou forçado a caminhar um pouco para tentar aliviar a tensão nos gémeos. Completei os 2,1km com média de 4:13/km.

Ficam os meus parabéns ao Paulo Silva do Triatlo de Faro e ao Luis Guimarães e Luis Faustino do Lusitano/Frusoal.

Também os parabéns à equipa do Lusitano/Frusoal que este ano arrecadou o título de Campeões Regionais do Algarve de Duatlo Estrada.

E os parabéns a todos os meus bravos colegas de equipa do Louletano DC Triatlo

Os créditos das fotos são de @Isabel Maria e Jorge Gomes

Encontramo-nos no V Triatlo de Albufeira a 19 de Maio.

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ROTH, até um dia, quem sabe

O autor deste blogue, ainda sem capacidade, cabeça ou disponibilidade para prestar mais esclarecimentos, informa os seus estimados leitores que o projecto ROTH 2019 ficou adiado para data incerta (provavelmente, nunca).

A vida é assim, dá muitas voltas. Aquilo que parecia viável em Setembro de 2018 tornou-se entretanto inviável por vários motivos. Não é, certamente, o fim do mundo, mas que seria giro, muito giro, seria.

Aos que alguma vez queiram lançar-se numa aventura destas, um conselho no acto de inscrição: subscrevam, sempre, mas sempre, o seguro de cancelamento.

Este seguro tem um custo de 50€ (creio) e permite, em caso de cancelamento até uma determinada data, receber 90% do valor de inscrição. Sem isso, a organização apenas permite passar a inscrição para o ano seguinte (o que obriga sempre a ir lá). Nem sequer é possível transferir os dados de inscrição para outra pessoa. Por isso, com tantas incógnitas pelo caminho sempre longo até uma prova destas, investir nesse seguro é sempre uma boa opção.

Bons treinos e até breve, com outros temas.

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Um treino catita pela serra de Tavira

Caros leitores, triatletas que venham ao Algarve treinar, em particular. Quando quiserem fazer um treino catita de ciclismo na zona do Sotavento, com muito sobe e desce, fica a sugestão para experimentarem este.

Link no GARMIN

Na primeira rotunda a seguir à ponte, em Tavira (direcção Faro – VRSA), apanham a M508, direcção Norte. Uma estrada com um piso fantástico, a fazer inveja à EN125, que rasga a serra de Tavira num constante carrocel.

Seguem sempre em frente, sempre a subir ou a descer, sempre com possibilidade de poder apreciar uma linda paisagem. A certa altura, irá haver um cruzamento à esquerda, com placa a indicar Beliche de Baixo. É nesse ponto que, com pena, têm de abandonar a M508 e seguir por uma estrada onde o piso já provoca alguma treeeee-miii-deeeei-raaaa. Na imagem seguinte, ignorem o estado da estrada, pois a foto não está actualizada à realidade.

Descem, descem muito, e vão andar junto a uma linha de água, o que é mau sinal tendo em conta que ainda vão passar em Alcaria do Cume que fica lá no alto. E aquilo que previa, aconteceu à bruta. Numa curva à esquerda, assim, sem anestesia ou aviso prévio, aparece uma rampa tipo “ai mãezinha”. Um momento em que temes ter de desmontar para subir aquilo e, só não fazes por vergonha perante os outros que te acompanham no treino. É brutal! Mas também é certo: se subires aquilo sem parar, o resto, as subidinhas de 10% a seguir a Alcaria do CUme, vão parecer peanuts.

Quando por fim chegarem junto a Santa Catarina da Fonte do Bispo, arrastem-se para casa, porque o treino está feito.

Recomendo vivamente.

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#RoadToRoth – Resumo JAN 2019

Chegámos a Janeiro e só falta 5 meses de treino. Houvesse regularidade nos treinos e a preocupação seria menor, mas assim, como se pode ver pelos gráficos anteriores, há preocupação e dúvidas existenciais a pairar por aqui.

No ciclismo, uma constipação veio bater à porta precisamente no fim-de-semana onde contava um bom número de horas. Valha os “rolos” para manter alguma regularidade.

Na corrida, depois de uma “Corrida dos Reis” com bom desempenho para os meu nível, e depois de um treino de 120min – nunca tinha corrido tanto tempo – eis que bate à porta uma pubalgia, coisa que, em duas semanas, apenas me permitiu correr duas vezes de forma muito ligeira.

Resta a Natação o Pilates e o Ginásio. Na natação tem havido clara evolução. Valha isso. Consequência da regularidade nos treinos e da melhoria da técnica. O Pilates, por incompatibilidade com o horário das aulas, tem ficado de parte. Mas em compensação, duas vezes por semana, houve trabalho de ginásio, com muito treino funcional e vários exercícios que fazia no Pilates. Esse reforço muscular tem sido fundamental, quer para recuperar as mazelas, quer para prevenir mais mazelas até Julho.

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#RoadToRoth – Resumo DEZ 2018

Um mês mais equilibrado, a fazer esquecer a desgraça de Novembro. A salientar que das 16h de ciclismo, perto de 5h, ou 30%, foram feitas no novo equipamento. Um investimento que está a ter uso, valha isso.

A lesão no calcanhar também parece estar ultrapassada, facto que me está a deixar confiante para começar a aumentar a duração e frequência dos treinos.

Em relação ao Pilates e Ginásio, será de tentar manter ali perto das 10h mensais, ou mesmo subir para as 12h, pois os benefícios que tenho obtido são enormes.

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Um novo meio de “tortura”

Um investimento que andava a ser adiado há demasiado tempo. Talvez porque na única experiência que tive, detestei aquilo. Falo de “Rolos” para a bicicleta, ou, neste caso, de um “Smart Trainer”, que é coisa mais fina.

Há 3 anos, quando forniquei o menisco, emprestaram-me uns “rolos” para eu pedalar na fase de recuperação da operação. Nem sei se consegui pedalar 30min. Uma seca. Horrível. E por causa disso, andei sempre a adiar um investimento que me poderia ajudar a ser mais regular nos treinos de bicicleta no Inverno, impedindo, p.e., que ficasse duas ou mais semanas sem pedalar. Sair de casa antes das 7 da manhã, ainda de noite, a sentir o orvalho a chegar aos ossos nas zonas mais baixas, não é experiência que se tenha vontade de fazer com regularidade. E pedalar ao final do dia, sempre de noite, é risco que não se deve ter.

E foi assim que lá decidi abrir os cordões à bolsa e investir em algo que pode ajudar bastante nos treinos. A escolha? Apesar de ter um preço elevado, optei por investir num equipamento tipo “Smart Trainer”, dos tais que interagem com software xpto que adaptam, automaticamente, a resistência em função do declive do percurso que estamos a efectuar.

Estava indeciso entre o “Elite Drivo” ou o “Tacx Neo“. Ambos apresentavam uma considerável redução de preço em função do recente lançamento de novas versões desses modelos. Porém, o Elite, na Bike24, estava com valor cerca de 100€ abaixo do Tacx e, tendo em consideração as características semelhantes entre ambos e não ter lido críticas negativas sobre o Elite, acabei por optar este.

Já lá está em casa e, neste mês de Dezembro, somam-se 5 treinos a puxar por ele, representando 150km num total de 5h40min. Para quem, na primeira experiência, tinha ficado a odiar este tipo de equipamento, não está mau.

É certo que no primeiro treino, por volta dos 20min já questionava como iria pedalar mais. Mas lá fui e acabei por fazer os 60min previstos sem achar uma seca. A diferença para a estrada, além da ausência do vento, é que ali estamos sempre, saliento, sempre a pedalar. E na estrada, falo por mim, há períodos de “preguiça”. Ou a tal descida onde aproveito para me deixar levar por um bocado, ou o cruzamento onde é obrigatório parar, etc. No Smart Trainer isso não existe. Os troços com inclinação negativa servem apenas para aliviar a força no equipamento, mas não temos outra opção senão pedalar. No primeiro treino esse foi o maior impacto de esforço que senti. Agora, começo a ficar habituado e até isso se suporta bem.

Estes Smart Trainers permitem pedalar sem qualquer conexão a um software externo, tal como os “rolos”. Nessa vertente, a resistência é directamente proporcional à velocidade.

Mas o gozo destes Smart Trainers é quando se conectam a programas externos – e há muitos para todos os gostos – que permitem simular de forma automática o relevo de um percurso e, ver a estrada à nossa frente, graças a vídeos que correm sincronizados com a velocidade a que pedalamos.

Ainda completamente verde nesta coisa, posso adiantar que já experimentei 3 opções: o popular ZWIFT, o My E-Training (desenvolvido pela Elite, e o ROUVY (obrigado Fernando Carmo, pela dica). Num outro post irei falar sobre cada aplicação. Para já posso adiantar que uma delas ficou a escolhida para orientar os próximos treinos. Adivinham qual é?

Por fim, porque esta compra tem sempre uns extras associados. Assim, para proteger o chão das poças de suor, optei por um destes tapetes da Decathlon. Boa qualidade, fácil de arrumar e por um valor mais acessível que outros que costumam ser sugeridos com a compra destes Smart Trainers. Acrescentei também esta base da ELITE para a roda da frente, a qual aumenta bastante a estabilidade da bicicleta ao pedalar no mesmo sítio.


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