OMG! What!?

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Estive uma semana sem fazer nada, é certo. Bebi um copinho de vinho, se tanto. Comi um geladinho … e uma bolinha de alfarroba com recheio de maçã, vá. E nem me lembro de mais abusos. Fónix! Deve ter havido um erro qualquer.

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Quitei a “Top Sirla”

A fatura diz que foi adquirida a 8 de Fevereiro de 1997, com a descrição “Bicicleta Top Sirla, modelo Montanha Trial, STX, côr Violeta, Pneus 25×2,05”, pela módica quantia de 66 contos, ou uns 370€ arredondados.

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(foto tirada a 01.01.2012, na primeira vez que a pedalei com pneus finos, a pensar em usá-la para o triatlo)

Quando a comprei, ainda fumava uns 2 maços por dia. Mas nessa altura devo ter achado que era possível conjugar umas pedalas com baforadas, como cheguei a fazer algumas vez. Uma voltinha e um cigarrinho a meio do caminho. Também recordo que umas vezes que dei umas voltas com ela em Faro, tinha de parar umas duas vez para fazer uma subida que passa à porta do Conservatório e que vai dar ao liceu da avenida. Uma coisa que hoje parece um rampa insignificante, mas que na altura assumia proporções de subida à serra da Estrela.

Mais, tarde, no final de 2011, quando pensei lançar-me no triatlo, alguém me disse que a podia usar, desde que mudasse os pneus para uns mais estreitos. E ela ficou assim, como se vê na foto. Não sei se cheguei a fazer mais de 5 treinos com ela, mas sei que logo a seguir comprei a BH Zaphire, de estrada, em alumínio, que ainda uso atualmente para todas as provas de triatlo.

Desde então que a bicha tem estado esquecida. Por vezes usava-a para me ajudar a deslocar em eventos desportivos que ia acompanhar ou fotografar. Mas nada mais que isso.

Foi então que decidi que estava na hora de fazer um upgrade: pneus mais largos, para-lamas e suporte para bagagens. Comprei duas malas, juntei tudo e ficou assim.

O objectivo? Além de servir para deslocações dentro da cidade, tipo, ir ao Mercado, assim como fazem os franceses em Olhão, junta-se também a possibilidade de fazer as deslocações casa/trabalho com ela, coisa que fiz hoje.

Segundo os dados do Suunto, tenho de percorrer cerca de 10km. Fiz isso a média de 24.2km/h, o que deu cerca de 25min de deslocação.

Não sei quanto é que ela pesa sem carga, mas deve andar pelo 15kg(?). Somando a carga das maletas, com a geleira com comida, o portátil e muda de roupa e sapatos, aquilo deve totalizar uns 20kg. Por isso, o andamento será desta ordem de grandeza, para evitar chegar ao trabalho a pingar, como se tivesse apanhado uma chuva, ou evitar que passe o resto do dia a emanar um cheiro que se pode cortar com uma faca.

Para primeira viagem correu tudo lindamente. Esperemos que seja sempre assim, sem sustos provocados por condutores irresponsáveis. Porque aqui, neste Algarve, é uma pena não se tirar proveito dos percursos com pouca subida e das excelentes condições atmosféricas, para fazer muitas deslocações a pedalar.

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Ui! É preciso voltar a treinar?

No último post terminei a dizer isto

Agora é cometer exageros durante uma semana, fazer zero treinos (vá, talvez um ou dois) e voltar à carga, devagar, na outra semana.

Pois é. Nove dias de total e absoluto desprezo pela prática de exercício físico – apesar das idas diárias à praia serem extenuantes – e a cometer todos os exageros e pecados gastronómicos, para não falar das “ciáticas”, como aquelas que atacaram o Jean-Claude Juncker.

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Na balança, o saldo nem foi muito mau, com um ganho de peso inferior a 1kg, mas hoje, na aula de Pilates, até gania. Pfff! 50min que pareceram horas. Que a Força esteja comigo!

 

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1º Aquatlo O2, Alvor, 2018

A minha estreia numa prova onde “apenas” é necessário nadar e correr, na distância Sprint (750m Natação + 5km Corrida).

Correu bem e houve subida ao pódio. Fiz tempo total de 00:36:13. Isto deu 2º VET III e 18º da Geral (em 50).

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Natação com Wetsuit em água que devia estar a uns 17ºC, fresquinha. À partida, na escolha entre o posicionamento à esquerda ou à direita, acabei por optar pela esquerda, a contar com alguma corrente que viesse desse lado e que me empurrasse para a primeira bóia. Na verdade, a meio caminho, comecei a achar que tinha tomado a opção errada e que devia ter ido para o lado direito.

Cheguei à praia com a sensação de ter tido um bom desempenho. O Suunto, entre partida e chegada à praia, diz que gastei 00:13:19 para percorrer 787m, o que deu um ritmo médio de 1:41/100m.

Depois foi sempre a arfar e a bufar até ao Parque de Transição. O novo Wetsuit da Aquaman tira-se que é uma beleza, mas voltei a perder tempo a tentar calçar os HOKA. São umas pantufas, é certo, mas não deslizam tão bem a calçar como os Saukony Kinvara. Era neste segmento que se iam decidir os lugares no pódio do meu escalão.

O Paulo Silva, do Louletano, sai à minha frente do PT, liga o turbo e começa a ganhar vantagem a cada passada. Faltava saber a posição dos outros dois adversários no meu escalão, o Luis Viegas, do Lusitano, e o Mário Torrinha, do Vela de Tavira.

Avistei o Luis Viegas antes do primeiro retorno e consegui passá-lo no regresso da primeira volta. Foi também nessa altura que vi o Mário Torrinha. Ou seja, nesse momento estava em segundo lugar do escalão e, a não ser que o Mário Torrinha viesse com uma corrida demolidora é que as coisas se podiam alterar.

Dei o tinha e tentei anter um ritmo o mais alto possível. O Suunto diz que percorri 5,09km em 00:20:42, o que deu média de 4:03min/km.

A destacar a vitória do Louletano em equipas femininas e masculinas.

Agora é cometer exageros durante uma semana, fazer zero treinos (vá, talvez um ou dois) e voltar à carga, devagar, na outra semana. É preciso começar a pensar no triatlo Olímpico de Sines, a 23 de Setembro.

 

 

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TRIATLO LONGO DE CAMINHA – Campeonato Nacional De Clubes 2018 – A história

TRIATLO LONGO DE CAMINHA – Campeonato Nacional De Clubes 2018 – A história
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O nono triatlo longo no meu curriculum desportivo pós sedentário. Os resultados:
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Tempo final: 05:18:20
Natação: 00:28:38
Ciclismo: 02:58:58
Corrida: 01:46:08
Geral: 134 (em 165)
Escalão VET III: 9 (em 20)

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Digo que podia ter dado muito mais, mas não enumerar desculpas e justificações para não ter feito melhor.

Em Caminha não houve força para mais. E quando assim é, entramos em modo “Eu só quero chegar ao fim” ou, “Deixa cá ver o que vou comer e beber quando isto acabar” ou, “Logo já durmo na minha caminha”. Coisas assim.

O Suspeito do Costume? O Ciclismo! Sempre o ciclismo.

Eram 4 voltas num circuito de 22,5km bem medidos, onde o acumulado de subida por volta seria de pouco mais de 100m. Ou seja, aquilo era para fazer a abrir.

Eu tentei, só que, o corpo não respondia. Para quem gosta de números, sff, vá ver os quadros seguintes. Tenho feito média de pulso de 144bpm para velocidades médias bem abaixo dos 30km/h. Em Caminha, o pulso médio ficou-se pelos 138bpm para uma média de 30km/h. Queria mais velocidades, mas não carburava.

O desânimo? Após o penúltimo retorno, começar a contar aqueles que ainda tinham de terminar a 4ª volta e constatar que eram tão poucos. De soltar um “Fosga-se! Já está quase tudo na corrida e eu ainda ando aqui”.

A Corrida? Foi regular. Se não viesse deprimido do ciclismo, tentava fazer o mais possível a 4:30. Mas assim, continuei em modo “Isto é muito bonito”, “Paisagem linda”, “O que vou comer e beber quando terminar esta merda”, em vez de pensar coisas como “AH! Caraças! Vou passar aquele e o outro e aquele a seguir aos outros”. Coisas assim.
Com a pausa automática no Suunto a descontar cerca de 2min ao tempo oficial, por causa de algumas paragens de curta duração, deu média de 5:06min/km, com RCMédio no modo de poupança, em 142bpm.

Corrida de 2 voltas em piso para todos os gostos: calçada, terra batida, passadiço madeira, trilho na mata e empedrado. Para fazer uma média bonita fica a nota que o trilho na mata é longo, com subida e descida, obrigando a esforço suplementar.

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A natação? Foi a melhor parte. Salto do Ferry Boat para a água, sem anestesia. Um choque térmico para acordar o corpo às 7:00. Depois foi a gozar o momento. Como dizem aqueles que moram do lado do rio que eu via quando respirava para a direita “La Vida Es Chula”.

Corrente a levar todos para a chegada e ausência de ondulação. Só os últimos 200m é que deram mais luta, porque o rio Coura teimava em despejar o seu caudal contra nós.
Choveu diversas vezes, com a temperatura no ciclismo a situar-se entre os 14ºC e 15ºC durante a maior parte do tempo.

E no fim da corrida, quando chovia e eu já pensava que a organização tinha começado a arrumar as coisas antes de eu cortar a meta, a uns 300m do final, começou a doer tudo. Era a perna do lado esquerdo, era o pé do lado direito, era o PDI, era tudo. Terminei em modo “Ó Maria, olha aquele coitado a arrastar-se e a coxear. Pobrezinho. Sofrem muito nestas provas”

Terminei a chover. Tinha frio e fui para a carrinha a chover. Vá lá que deu para tomar um banho quente que me fez renascer das trevas. Isso e um café e uma queijada que comi a seguir numa pastelaria da zona. Caminha é uma terra linda, mas tivemos azar com a porra do tempo a 1 de Julho … Verão!

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3 semanas, 3 desafios

24 Junho: III Triatlo Lusitano Centenário, distância Sprint (750m Natação + 20km Ciclismo + 5km Corrida)

01 Julho: VI Triatlo Longo de Caminha, distância Longa (1800m Natação + 90km Ciclismo + 21km Corrida)

08 Julho: I Aquatlo O2, distância Sprint (750m Natação + 5km Corrida) – uma estreia para mim

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O Tempo e o que fazemos dele

Um fim de semana tem 48h. Alguém que acorde às 8:00 e se deite às 24:00, terá um total de 32h para preencher com aquilo que lhe apetecer – ver televisão p.e. – ou for necessário – limpar a casa, p.e.

Este fim de semana fiz dois treinos de ciclismo e um de corrida, coisas que me ocuparam durante cerca de 7h35min

Sobraram assim 24h25min para preencher com outras coisas para além treinar.

Foram 7h35min em modo solitário, onde o tempo passa contigo a olhar para o Garmin preso ao guiador, a olhar para a estrada, a desviar dos buracos, a soltar palavrões aos que se metem à estrada com total desprezo pela tua aproximação – para não falar dos que fazem tangentes – para voltar a olhar para o Garmin, para a estrada, desviar dos buracos … não é fácil. Por vezes vêm as dúvidas sobre o que estamos a fazer ali, se vale a pena. Mas rapidamente nos lembramos dos benefícios da pratica do exercício físico, em primeiro, e do objectivo de realizar uma marca ou conquista numa competição, em segundo. Isso, costuma ser suficiente para dissipar todas as dúvidas, ou mesmo aliviar o desconforto nas nádegas por estar tanto tempo em cima de um selim.

Hoje, no Ameixial, estavam 11ºC. E só perto das 12:00, quando o sol apareceu, é que a temperatura se dignou a subir dos 20ºC. Por isso, a 10 de Junho, ainda será válido dizer:

Winter Miles, Summer Smiles

 

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