#RoadToRoth – Foram quase 100 milhas

ciclismo 160km

Foi no passado dia 9 de Setembro que bati o meu recorde no ciclismo por larga margem. Até essa data, a maior distância que tinha pedalado situava-se perto dos 120km, ou o equivalente a fazer Olhão/Ameixial. Nunca fiz o Tróia/Sagres, nem nunca me tinha aventurado a pedalar mais, apesar de ter existido oportunidade para isso.

Naquele dia estava marcado um treino de “100 Milhas”, de e para aqueles que vão a Roth. E será assim até ao grande evento: uma vez por mês, 100 milhas a pedalar.

Como nunca tinha pedalado tanto, estava presente a dúvida como o corpo se ia sentir. Há treinos, de 80km, onde a certa altura dói tudo, sobretudo, a zona que assenta no selim. Um incomodo desgraçado. Por isso, como seria pedalar o dobro dessa distância?

Este foi um treino feito a ritmo bastante moderado, que serviu, sobretudo, para ultrapassar uma barreira mental. E assim foi. Sempre descontraído e com cuidado na alimentação e hidratação. Foi cerca de 1,5L de água, mais 1,5L de isotónico, para empurrar um gel ou uma barra a cada 30min a partir de 1h30min de treino, ou o equivalente a um período de 2h após ter tomado um bom pequeno-almoço.

O caminho para Roth vai-se fazendo e este foi mais um passo.

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#RoadToRoth – Resumo SET 2018

RoadToRoth Resumo SET2018

RoadToRoth Gráfico SET2018

Um mês onde a corrida, por diversos motivos, sofreu uma queda no volume em cerca de 50% face ao mês anterior. A destacar o maior treino de sempre no ciclismo, sobre o qual, dedicarei um post.

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#RoadToRoth – Resumo AGO 2018

RoadToRoth Resumo AGO2018

RoadToRoth Gráfico AGO2018

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O Ma Ke Jeto, Mosso on Sports vai a ROTH

Estimados leitores – se é que ainda há alguns – serve o presente para informar que o autor deste blogue, ex-fumador de dois maços por dia durante 20 anos e ex-obeso tipo I, cometeu a “loucura” de se inscrever naquele que, dizem ser, o mais belo e emocionante triatlo nas distâncias 3.8km Natação + 180km Ciclismo + 42,2k Corrida.

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A 07.07.2019 terei a idade redonda de 50 anos e será uma boa altura para tentar vencer este ultra desafio.

Tenho Agosto (já foi), Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro, Janeiro, Fevereiro, Março, Abril, Maio e Junho para treinar. Onze meses de preparação. É certinho que hoje parece-me tempo suficiente para algo que ainda está muito longe mas, no final de Junho, devo estar com quele aperto na garganta a achar que não treinei o suficiente e que o melhor seria que faltasse mais tempo para a prova.

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Não vou sozinho. Nesta próxima edição do Challeng-Roth vai uma comitiva de triatletas portugueses que já ultrapassa os 50 inscritos e será, talvez, a maior comitiva de sempre numa prova desta dimensão.

Por isso, a partir de agora e durante os próximos onze meses – e seguintes – este blogue irá falar sobretudo de tudo o que relacione com o caminho para Roth. #roadtoroth

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As expectativas são simples: que daqui a 311 dias seja possível exibir neste blogue a medalha de Finisher.

Vamos falando … e treinando, claro.

Dear Mr. Luis Trindade,

thank you very much for your registration for DATEV Challenge Roth 07.07.2019. Here is the most important data of your registration.

Personal data:
First name: Luis
Last name: Trindade
Nationality: PRT
Year of birth: 1968
Gender: M

Participation data:
Event: DATEV Challenge Roth 07.07.2019
Race: Single participation
Date of event: 2019-07-07
Club: Louletano

Payment data:
Total sum: xxx.xx EUR (oculto para não escandalizar)

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OMG! What!?

peso blog

Estive uma semana sem fazer nada, é certo. Bebi um copinho de vinho, se tanto. Comi um geladinho … e uma bolinha de alfarroba com recheio de maçã, vá. E nem me lembro de mais abusos. Fónix! Deve ter havido um erro qualquer.

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Quitei a “Top Sirla”

A fatura diz que foi adquirida a 8 de Fevereiro de 1997, com a descrição “Bicicleta Top Sirla, modelo Montanha Trial, STX, côr Violeta, Pneus 25×2,05”, pela módica quantia de 66 contos, ou uns 370€ arredondados.

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(foto tirada a 01.01.2012, na primeira vez que a pedalei com pneus finos, a pensar em usá-la para o triatlo)

Quando a comprei, ainda fumava uns 2 maços por dia. Mas nessa altura devo ter achado que era possível conjugar umas pedalas com baforadas, como cheguei a fazer algumas vez. Uma voltinha e um cigarrinho a meio do caminho. Também recordo que umas vezes que dei umas voltas com ela em Faro, tinha de parar umas duas vez para fazer uma subida que passa à porta do Conservatório e que vai dar ao liceu da avenida. Uma coisa que hoje parece um rampa insignificante, mas que na altura assumia proporções de subida à serra da Estrela.

Mais, tarde, no final de 2011, quando pensei lançar-me no triatlo, alguém me disse que a podia usar, desde que mudasse os pneus para uns mais estreitos. E ela ficou assim, como se vê na foto. Não sei se cheguei a fazer mais de 5 treinos com ela, mas sei que logo a seguir comprei a BH Zaphire, de estrada, em alumínio, que ainda uso atualmente para todas as provas de triatlo.

Desde então que a bicha tem estado esquecida. Por vezes usava-a para me ajudar a deslocar em eventos desportivos que ia acompanhar ou fotografar. Mas nada mais que isso.

Foi então que decidi que estava na hora de fazer um upgrade: pneus mais largos, para-lamas e suporte para bagagens. Comprei duas malas, juntei tudo e ficou assim.

O objectivo? Além de servir para deslocações dentro da cidade, tipo, ir ao Mercado, assim como fazem os franceses em Olhão, junta-se também a possibilidade de fazer as deslocações casa/trabalho com ela, coisa que fiz hoje.

Segundo os dados do Suunto, tenho de percorrer cerca de 10km. Fiz isso a média de 24.2km/h, o que deu cerca de 25min de deslocação.

Não sei quanto é que ela pesa sem carga, mas deve andar pelo 15kg(?). Somando a carga das maletas, com a geleira com comida, o portátil e muda de roupa e sapatos, aquilo deve totalizar uns 20kg. Por isso, o andamento será desta ordem de grandeza, para evitar chegar ao trabalho a pingar, como se tivesse apanhado uma chuva, ou evitar que passe o resto do dia a emanar um cheiro que se pode cortar com uma faca.

Para primeira viagem correu tudo lindamente. Esperemos que seja sempre assim, sem sustos provocados por condutores irresponsáveis. Porque aqui, neste Algarve, é uma pena não se tirar proveito dos percursos com pouca subida e das excelentes condições atmosféricas, para fazer muitas deslocações a pedalar.

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Ui! É preciso voltar a treinar?

No último post terminei a dizer isto

Agora é cometer exageros durante uma semana, fazer zero treinos (vá, talvez um ou dois) e voltar à carga, devagar, na outra semana.

Pois é. Nove dias de total e absoluto desprezo pela prática de exercício físico – apesar das idas diárias à praia serem extenuantes – e a cometer todos os exageros e pecados gastronómicos, para não falar das “ciáticas”, como aquelas que atacaram o Jean-Claude Juncker.

peixe balão

Na balança, o saldo nem foi muito mau, com um ganho de peso inferior a 1kg, mas hoje, na aula de Pilates, até gania. Pfff! 50min que pareceram horas. Que a Força esteja comigo!

 

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