IV Circuito de Triatlo do Algarve, 2018

O ano em que fiz todas as provas do circuito e que, tal como dizem no anúncio: “Faltou um bocadinho assim”. Neste caso, faltou 4 pontos para conseguir vencer no meu escalão. Um valor que mostra como houve luta até ao fim e, claro, dar os parabéns ao Mário Torrinha pelo seu desempenho. Um adversário fortíssimo.

As histórias do circuito e resultados:

Em 2019 o cenário será diferente, já que a preparação para #Roth, muito provavelmente, irá afastar-me de alguns provas pontuáveis para este circuito. Depois vejo o que se consegue fazer. Bons treinos.

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#RoadToRoth – Resumo NOV 2018

Pronto, é a desgraça total. Chega o Novembro, tempo frio, húmido e Sinusite decide dar um ar de sua graça. Novembro e Dezembro são meses onde há oferta  de provas de corrida para todos os gostos, e eu, acabo por falhar a maior parte delas, ou porque estou a curar alguma trampa, ou porque a forma baixou tanto que nem me atrevo a ir competir.

Este ano o cenário não foi diferente. Além de estar a tentar por o calcanhar em condições para correr à vontadinha – coisa que limitou bastante os treinos de corrida – também apanhei uma carga sinusite que me fez parar por uma semana. Miséria Franciscana.

Não admira por isso que, este mês, a carga de Natação tenha representado 43% e a de Pilates e Ginásio uns 30%. Basta olhar para o gráfico para se perceber como a ordem natural das coisas se inverteu em 4 meses. Fosse sempre Agosto. Das boas notícias? Já tenho “Rolos”! Assunto a desenvolver em próxima publicação.


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“Corridas à 6ª Feira” – Da semente, dos frutos, à passagem de testemunho

Começou a 8 de Agosto de 2013 e nunca mais parou, semana após semana. E ao fim de mais de cinco anos, chega o dia em que, por diversos motivos, precisas passar o testemunho. Sais com a certeza de teres entregue o “teu” projecto num grande Campeão, alguém com capacidade para continuar o trabalho e, certamente, melhorar e inovar.

Não vou para longe, vou andar por aí e, à 6ª Feira irei visitar, sempre que puder, todos os campeões que se juntam em locais diferentes do Algarve para correr, caminhar e fazer boas amizades.

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Obrigado pela homenagem. Grande orgulho e admiração em vocês todos que teimam em sair do sofá.

Mais aqui, no “Marchas no Algarve”.

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#RoadToRoth – Resumo OUT 2018

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Chegou o mes de Outubro, os dias ficaram mais pequenos e, por mais que tente evitar, surge a quebra no ciclismo. Se nos dois meses anteriores o ciclismo ocupava uma fatia do tempo a rondar os 50%, agora, o peso ficou por apenas 26%. Esta é uma situação que não deverá melhorar em Novembro. A solução para isto passa, sobretudo, por adquirir uns rolos de treino, que permitam acrescentar pelo menos uns 60min de treino com regularidade.

Houve uma prova de triatlo, na distancia Sprint, cujo relato pode ser lido aqui.

Por fim, houve duas lesões que acabaram por condicionar os treinos planeados. Uma chateou durante uma semana. A outra, tem vindo a manter-se e será tratado com umas 15 sessões de fisioterapia, que já estão a ser feitas. Para garantir que o tratamento não é estragado, fiquei uma semana sem pedalar ou correr.

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4º Triatlo de Altura, 2018

Tempo final: 1:13:06
Geral: 38º em 89
Escalão VET III: 4º em 9
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A minha primeira experiência no triatlo foi a 24.03.2012, em Altura (ler aqui). Uma prova no formato Super Sprint (300m Natação + 8km Ciclismo + 2km Corrida). Fui para lá cheio de teorias e convencido que, para prova tão curta, só podia correr tudo bem. O mar estava um mimo. A prova começou e lancei-me a água sem antes ter mergulhado e nadado para habituar o corpo á temperatura. Levei com uma onda em cima, engoli pirolitos e, a partir daí, foi uma luta pela sobrevivência para conseguir terminar aquela distancia “tão curta”.

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A 21.02.2015 voltei a Altura. Dessa vez, para uma prova no formato Sprint. O senão? Tinha estado uns bons meses sem pedalar. Muitos. Tantos que a corrente até colou. Lá fiz uns treinos antes dessa prova e pensava que a corrida podia safar o resto. Mal comecei a pedalar descobri que ia ser uma luta titânica e solitária para conseguir terminar esse segmento. E ainda assisti a uma queda a minha frente que me deixou com vontade de ir logo para casa.

Ontem, a 21.10.2018, o regresso a Altura para outra prova no formato Sprint, a última a contar para o circuito regional de triatlo do Algarve.
Desculpas? Bem, fazendo o papel de Calimero, posso dizer que nas duas últimas semanas só tinha pedalado uma vez e corrido um total de 15km (ler aqui). Tudo por causa de uma lesão na virilha que me deixou fornicado. Pronto, choradinho feito. Venha a história, finalmente.

A única coisa que poderia estar melhor? A natação. Estava mesmo curioso para ver o que podia sair na água. E o plano era simples: tentar fazer a melhor natação de sempre (fácil), para conseguir um avanço razoável sobre os adversários no escalão. Ter a sorte de apanhar uma boa locomotiva no ciclismo e conseguir ir na roda. Por fim, gerir a corrida com todas as limitações previsíveis.

Chego a praia e … Bum! Já foste! Em vez de uma piscina, estava uma rica máquina de lavar roupa. Técnica!? Qual técnica? Aquilo ia ser uma lotaria. Quem conseguisse orientar melhor e passar melhor entre ondas, safava-se. Os outros, iam estar numa luta desgraçada. A foto de cima, mostra o regresso à praia, com o Sueste a empurrar para a esquerda.

Partida dada, filme feito. Até a primeira boia, contra as ondas, foi terrível. Depois virámos a favor e lá deu para fazer alguma coisa semelhante ao que costumo fazer na piscina. Por fim, depois da segunda boia, ao vir para terra, foi mais uma luta contra corrente, que empurrava para a esquerda do local de saída.

Natação Altura

Começo a pedalar e reparo que quem segue à minha frente, mais próximo, não tinha futuro para locomotiva. Maravilha. Estava sozinho. O grupo mais adiantado, que podia servir de reboque, estava demasiado longe para o conseguir apanhar e ainda ter forças para correr. Mais atrás, vinha o grupo liderado pelos ciclistas do Clube de Vela de Tavira, onde estava o meu adversário direto no circuito regional. Novamente, já foste!

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Manter a vantagem que tinha, sozinho, durante 4 voltas, era impossível. Por isso, só me restava ir pedalando em modo de poupança e esperar pela chegada desse grupo onde teria de tentar aguentar ir na roda. Eles apanharam-me, eu colei-me, mas, em cada retorno ficava mais difícil manter-me por ali. Acabei por descolar na segunda metade da última volta e entrei no PT com um atraso de uns 30seg.

Finalmente, a corrida. O tal adversário estava ali, na linha de vista. E até ao primeiro retorno, a distancia foi encurtando. Tanto, que até pensei que ia dar. Nem por isso. No retorno, ele ao ver a minha posição, liga o turbo e … Bum! Já foste! Até ao final andei por ali a arrastar o esqueleto, na expectativa que não ficassem muitos entre mim e ele, tendo em vista a classificação final no circuito regional de triatlo de Algarve. Mas até isso correu mal.

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A corrida foi feita com média de 4:14min/km, o que, para os treinos que tinha nem foi mau. Só que, para estar a lutar por uma posição no pódio ou no circuito, teria que ter corrido bem mais rápido.

Ficam os parabéns a todos os vencedores, nos escalões e por equipas. Os parabéns ao Mario Torrinha, adversário direto no escalão 50-55 do circuito, que mostrou ali em Altura toda a sua garra a pedalar e a correr. Os parabéns ao João Barroso, que fechou o pódio nesse escalão, com um desempenho muito forte. E os parabéns aos LEÕES DO SUL — TRIATHLON — e a todos os que organizaram esta última prova do circuito.

Agora é continuar a treinar, a pensar em Challenge Roth.

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#RoadToRoth – Pedras no caminho

Lesões. As tais que, mais tarde ou mais cedo sabemos que vão dar um ar de sua graça. O que se espera sempre é que sejam coisa simples, que não obriguem a paragem ou tratamentos prolongados, sob pena de poderem comprometer seriamente a preparação para uma prova.

Até a data, tem havido queixa intermitente no calcanhar do pé esquerdo, na zona de inserção do tendão de Aquiles. Coisa que já se arrasta desde Junho e que começou a seguir as férias, altura em que terei feito um treino de corrida demasiado intenso face a paragem para banhos, sol e Somersby. Por causa disso, fiz umas duas sessões de fisioterapia para ver se ficava em condições para ir a Caminha, em Julho, disputar um triatlo longo. Refira-se que essa prova só valeu pela viagem e pela paisagem, porque, pelo desempenho no ciclismo, mais valia a ter ficado em casa.

Depois disso, ou corria sem queixas, ou por vezes doía nos dias seguintes, ou apenas doía em alguns períodos de um treino de corrida. E algo que não me tem impedido de correr, mas que está a limitar a progressão, pois sei que se abusar é bem provável que fique a doer de forma constante.

Assim, decidi que estava na altura de tratar esse problema a sério e de forma definitiva. Como? Marcando consulta numa clinica de fisioterapia para tentar que o seguro de saúde autorize a realização de 10 sessões, ou mais. Se alguém possa ter dúvidas em pagar um seguro desportivo, que possa cobrir tratamentos de fisioterapia, não tenha.

Andava eu envolvido no processo de autorização, já a pensar naquela que seria a última prova de triatlo de 2018, o 4ª Triatlo de Altura, a 21 de Novembro, quando consigo arranjar mais uma dor de cabeça.

Fisio

A meio de uma série de Rampas no Pechão, sinto dor ou pontada na virilha da perna esquerda. Sempre a perna esquerda. Esperteza saloia e, em vez de parar de imediato, decido continuar. Enfim. Nesse dia cheguei a casa com uma certa, grande, dificuldade em andar. Um dia de descanso e a situação melhorou. Vou a piscina no dia seguinte e, a bater pernas, Ui!, fuck! Volta a dor. Ingenuamente, nesse ainda ainda pensei que poderia conseguir correr no treino do Pechão. Claro que sim. Arranquei e nem terei feito 50m para perceber que o melhor era estar quieto.

Ainda nesse dia 10 fiz tratamento no clube. Massagem e alongamentos. Melhorou tanto que no dia seguinte consegui fazer a minha aula de Pilates sem queixas. Até ao dia 15 ainda fiz mais 3 sessões de tratamento no Pechão, terminando com uma massagem no dia 17. Resultado? Sem queixas no dia 18, coisa que me permitiu fazer, finalmente, um treino de corrida a pensar na prova de triatlo que estava já a porta.

Em relação ao calcanhar, ainda só tive uma sessão de tratamento no dia 15. Entretanto, por questões burocráticas e logísticas, tive de adiar o resto dos tratamentos duas semanas. O caricato: depois de ter feito a prova de triatlo, não fiquei com qualquer queixa. Aliás, neste momento, não me doí nada na zona localizada que estava com queixas. Seja como for, o tratamento será para avançar, pois só assim poderei pensar em aumentar o volume e intensidade dos treinos de corrida nos próximos meses.

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#RoadToRoth – Foram quase 100 milhas

ciclismo 160km

Foi no passado dia 9 de Setembro que bati o meu recorde no ciclismo por larga margem. Até essa data, a maior distância que tinha pedalado situava-se perto dos 120km, ou o equivalente a fazer Olhão/Ameixial. Nunca fiz o Tróia/Sagres, nem nunca me tinha aventurado a pedalar mais, apesar de ter existido oportunidade para isso.

Naquele dia estava marcado um treino de “100 Milhas”, de e para aqueles que vão a Roth. E será assim até ao grande evento: uma vez por mês, 100 milhas a pedalar.

Como nunca tinha pedalado tanto, estava presente a dúvida como o corpo se ia sentir. Há treinos, de 80km, onde a certa altura dói tudo, sobretudo, a zona que assenta no selim. Um incomodo desgraçado. Por isso, como seria pedalar o dobro dessa distância?

Este foi um treino feito a ritmo bastante moderado, que serviu, sobretudo, para ultrapassar uma barreira mental. E assim foi. Sempre descontraído e com cuidado na alimentação e hidratação. Foi cerca de 1,5L de água, mais 1,5L de isotónico, para empurrar um gel ou uma barra a cada 30min a partir de 1h30min de treino, ou o equivalente a um período de 2h após ter tomado um bom pequeno-almoço.

O caminho para Roth vai-se fazendo e este foi mais um passo.

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