O meu primeiro ‘Treino Longo’

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Este terá sido o meu primeiro ‘Treino Longo’. Não pela distância percorrida (14Km), mas pela duração que teve, 85 minutos a correr sem parar. Li em todos os programas de treinos, sobre a necessidade de fazer um treino de 90’. Por isso achei que estava na hora de avançar para um treino dessa dimensão, com o claro objectivo de progredir nesta área. Já fazia 10Km, mas nunca tinha estado a correr durante mais de 60 minutos. Levei a garrafa com bebida isotónica, o famoso ‘cubo de marmelada’, o imprescindível leitor de mp3 (terei mais tarde de dedicar um post a este tema) e avancei para a pista de atletismo (outro assunto que também merecerá destaque num post).

Como sou daqueles que se farta de ler sobre os assuntos e que segue os conselhos dos mais experientes ou das publicações da especialidade, decidi fazer o treino seguindo a sugestão deste artigo, apesar do mesmo dar exemplos apenas para atletas de alto nível, um pormenor que eu, em cometário, fiz questão sugerir que mudassem em próximas publicações, i.e., que também pensassem naqueles que fazem marcas muito modestas. Adiante.

O treino foi planeado da seguinte forma. Usando o cinto do Garmin de leitura dos batimentos cardíacos (sim, tema obrigatório para o próximo post), decidi correr os primeiros 60 minutos com o objectivo de fixar os batimentos numa faixa entre 132 e 149bpm, correspondendo a um esforço da máquina entre 60% e 75%. E porquê? porque no mesmo artigo era dito que: “Um verdadeiro rolamento deve ser feito a um ritmo que te permita falar com um companheiroa tua mente está relaxada assim como o corpo e a respiraçãofluida. Se tiveres um pulsómetro, deves manter-te entre os 60 e os 70% da frequência cardíaca máxima”. Na mesma revista, neste artigo, voltava-se a salientar que: “Zona de resistência (60-75%): estarás a trabalhar a tua endurance, é o teu ritmo para treinos longos e rolamentos intermédios. Ainda consegues conversar mas não falar pelos cotovelos”. Em resumo, primeiros 60’ a trabalhar a ‘Zona de Resistência’ e os restantes 30’ a trabalhar na ‘Zona limiar’ (75 a 85%) ou 150 a 160bpm no meu caso.

Correu tudo lindamente. Sem espinhas. Nem cansaço que me impedisse de ir mais longe, nem dores, nem incómodos. Nem sequer um desânimo por causa da motonia que poderia ser causada pelo carácter repetitivo de andar às voltas numa pista de atletismo. O senão? O senão é que não fiz 90’ de corrida por burrice minha, ou por não saber configurar o Garmin em condições. O que se passou foi isto: Eu não sabia que o Garmin marcava as ‘voltas’ de forma automática. Pensava que era necessário carregar no botão [Lap] para definir que se tratava de uma volta. Mas marca. E por causa disso, sempre que ele passava num ponto, contava uma volta e reiniciava a contagem do tempo. Ou seja, fiquei sem forma de ver o tempo total do treino. Um problema quando o objectivo daquele treino era correr exactamente durante 90’, pouco importando a distância percorrida. Como é que me safei? Eu sabia que tinha começado a correr às 17:50. Mais à frente, depois de ter feito 10Km, perguntei as horas a quem passava, fiz uns cálculos e, decidi parar quando aclculei que já tivessem passado 90’. Falhei. Errei por 5’. Fica para a próxima, desde que entretanto eu altere as configurações dos ecrãns do Garmin para me dar a informação correcta para o meu objectivo.

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