Correr e dar à luz

CorpoGravida

Amber Miller, 27 anos, é americana e deu muito que falar na maratona de Chicago. Porquê? Porque ela, com 39 semanas de gravidez e 8 maratonas no curriculum, decidiu que não podia faltar a essa maratona. E por isso esteve lá, grávida, muito grávida.

Mas teve cuidado, pois seguiu à risca aquilo que o médico lhe disse, que foi: “podes correr metade e andar durante a outra metade”. E assim foi. Como fez metade da prova a andar, terminou com o modesto tempo de 6h25m, nada mau para alguém grávida, muito grávida.

Terminou a prova, sentiu que as contracções tinham aumentado para o ponto de não retorno e foi de seguida para o hospital. Ficam os parabéns para os pais babados pelo nascimento de uma linda menina com 3,5Kg.

De salientar que Amber Miller, com 4 meses de gravidez, já tinha feito a maratona de Wisconsin. E quando estava também com 4 meses de gravidez do seu primeiro filho … pimba! Também fez uma maratona. Incentivos destes têm de ser recordados sempre que nos faltem as forças para correr.

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2 respostas a Correr e dar à luz

  1. Quando, há 15 anos engravidei (1996), corria. SEMPRE com aconselhamento médico, continuei a correr! Competia no Troféu das Localidades de Oeiras, na altura. Moderei a “competição” – amadoríssima, claro está! – mas continuei sempre a correr. A última que corri grávida foi de 6 meses, a Mini da Ponte 25 de Abril, em Lisboa (Março 1997), cerca de 7 a 8 km, em ritmo calmo. Levava nas costas uma cartolina gigante em forma de triângulo (sinal de trânsito) que dizia no meio: “Cuidado, bébé a bordo!”. foi uma prova – por essa razão especialíssima – giríssima! Depois disso, apenas nadava (Natação normal, nada especial para grávidas) e às exactas 35 semanas (8 meses) de gestação, a minha filhota quis nascer, e nasceu muito bem!

    Correr de 9 meses, 42 km, mesmo 21 a andar e 21 a correr…é…de loucos, digo eu. mas quem sou eu? Já na minha altura e nas minhas condições, houve também quem me achasse louca. Aliás, haverá sempre alguém a nos achar loucos, por esta ou aquela razão… por isso… haja saúde e que as pessoas sejam felizes!

    Beijinho da margem Norte do rio Tejo

    • Ana, história linda e uma maravilha o pormenor: «Levava nas costas uma cartolina gigante em forma de triângulo (sinal de trânsito) que dizia no meio: “Cuidado, bébé a bordo!”». E isso da ‘loucura’ depende sempre dos olhos que nos vêem. Para alguns, quem corre apenas a meia-maratona sob forte calor, já poderá ser alguém sem um parafuso. O que dizer então da história que li ontem, de um bloguista, que andou num trail nos Alpes, numa distância de 333Km? E no teu caso ou desta americana, mais uma prova da força do sexo feminino para alguém que ainda possa ter dúvidas sobre isso.

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