X Milhas do Guadiana – 2011

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A primeira vez nunca se esquece e tem sempre enorme significado. Esta foi a minha primeira participação numa prova de atletismo. Aliás, vou descrever o sucedido de outra forma: foi a primeira vez que pessoas ao longo da estrada bateram palmas à minha passagem e gritaram “Força!”, algo que nunca me tinha acontecido nos treinos. Se gostei? Adorei. Se penso repetir? Claro, quando é a próxima? Se alguém que leia isto tiver dúvidas sobre ir ou não a uma prova, a minha sugestão é: “Vá! Nem pense duas vezes”.

A história, ao pormenor (sim, este post vai ser loooongo)

Fui eu e outro amigo, mais as famílias para dar incentivo e apoio logistico. Para ambos seria uma estreia numa prova. Tinhamos lido que o levantamento do dorsal  seria feito no estádio de VRSA, entre as 9h e as 10h. A prova começaria às 11h. Pois bem, coisa de quem é verde nestas andanças – mas que também faz questão de ser sempre pontual –, às 9h05, já tinhamos chegado e andávamos à procura do local onde nos iriam dar um papel que seria para colocar à frente do troco. Dúvida: porque lhe chamam ‘Dorsal’ se o mesmo não é colocado nas costas? Primeiras impressões: é um papel com uma textura que parece plastificada, o que lhe confere resistência e a garantia que não se rasgará com o suor (acho). Tem 4 furos, um em cada canto, os quais servirão para a sua fixação. Como? Com alfinetes de dama. Alto! Nestas coisas, nada melhor do que pedir conselhos a quem já anda nisto há mais tempo. Fica assim o meu agradecimento a Ganfas, por me ter dito isto, quando lhe coloquei esta dúvida sobre a fixação do dorsal: «o que acontece normalmente é o dorsal ser em papel e precisares de alfinetes de dama para prender o dorsal à camisola. Há provas em que dão alfinetes outras não, o melhor é precaveres-te e tentares arranjar pelo menos 2 (eu costumo usar 4, um em cada canto)». Tal e qual. Deram o dorsal, em papel, e nenhuma forma de o fixar à camisola. Mas graças ao conselho, eu ia prevenido com um molho de alfinetes, grandes, médios, pequenos, enfim, de todos os tamanhos que depois logo se via quais seriam os melhores. Não sei se alguém já experimentou isto, mas estou com uma ideia revolucionária para a próxima prova: usar 4 pedaços de velcro, daqueles que colam dos dois lados. Assim, evita-se estar a furar o corta vento.

Frio. Estava muito vento e frio. Eu que tinha passado a semana a tossir, algo que me fez cortar vários treinos, só dizia: “pronto, pneumonia pela certa”. Se homem prevenido vale por dois, eu, devo valer por dez. Isto porque devo ter levado umas 3 hipóteses de equipamento, uma para cada tipo de condição atmosférica. Aqueles que possam ler isto, que correm sempre com a mesma camisola de alças, esteja calor ou frio de cortar, devem pensar que o autor deste blogue é revendedor de roupa desportiva ou algo do género. Não é defeito. É mesmo feitio. A verdade é que neste tipo de situação eu gosto de estar sempre prevenido. Pode chover, pode fazer frio, vento, ou pode estar mais calor do que se pensa. Para quê correr desconfortável, se é possível ir preparado com mais opções? Foi o que aconteceu. Às 10h, a temperatura estava mais agradável. O suficiente para eu mudar de opinião quanto à escolha do equipamento e optar por levar apenas uma camisola de manga comprida, por sinal, refira-se, aquela que melhor expulsa a transpiração e que consegue ir mantendo o corpo seco (uma grande compra na Decathlon, por cerca de 16€).

Levar ou deixar coisas para trás. Para correr, bastam umas sapatilhas, uns calções e uma t-shirt. Tudo o resto será acessório. Mas eu sou um corredor de acessórios. O telemóvel é sagrado. Não, não penso atender uma chamada ou telefonar a alguém enquanto corro. O dito cujo é no entanto uma segurança para o caso de me sentir mal e precisar de chamar por socorro. Saber que o tenho comigo deixa-me mais descansado para o que der e vier. Como não me apetecia levar uma bolsa à cintura, como não gosto das carteiras que se prendem no braço e como as calças tipo corsário só têm um bolso minúsculo, optei por apenas levar um Gel. Música? Ouvi alguém dizer que a organização não deixava que se corresse com headphones. Não!? Raios! É que eu só sei correr com música. Não quis arriscar e não levei o leitor de mp3. Afinal, passei por alguns que iam a correr com coisas espetadas nos ouvidos. Foi chato. Foi uma seca. 17Km com o silêncio apenas a ser cortado pela minha respiração e passadas no alcatrão. Na próxima, vou com música, que depois logo se vê o que acontece.

Às 10h30 foi hora de começar o aquecimento e comer o meu sagrado cubo de marmelada. Havia tempo para tudo e eu gosto que seja assim. Sem stress ou correrias para tentar chegar a horas. Tinha tempo para uns trotes na pista de Tartan e para fazer uma sessão de alongamentos com qualidade. 10h50 hora de ir para a zona da partida. Últimos comentários com a malta conhecida e … Táááááá! Partida! Pressionar [Start] no Garmin e ir na molhada. Ainda nem teria percorrido 50m, quando olho para a esquerda e vejo uns tipos a correr do outro lado da pista, já quase a sair do estádio. É outra dimensão.

Junto à partida somos todos iguais. Com excepção das corridas onde a ‘elite’ é colocada num grupo à frente dos restantes, de um modo geral, seniores, veteranos I, II, etc, altos, baixos, esqueléticos, encorpados, mais e melhores equipados, menos equipados, ar descontraído ou sério, são características que não permitirão afirmar, sem sombra de dúvida, que este ou aquele vai disputar a vitória, que o vizinho do lado vai correr mais depressa que nós ou que aquele grupo, com ar menos atlético, vai ficar em último. Mas bastam 5 minutos para que a filtragem seja feita. Enquanto eu ainda passava pelas avenidas de VRSA, os da frente, aposto, já estariam a passar ao lado de Castro Marim. Todos aqueles que eu conhecia, com quem tinha estado a trocar umas impressões e a falar dos tempos previstos para concluir a prova, já os tinha perdido de vista. Estariam lá mais à frente, bem mais à frente. O meu primo, que é, digamos, forte, chegou lá a Ayamonte quase 20 minutos antes de mim. As aparências iludem.

Calma! O Garmin é o teu melhor amigo”.  Perdi a conta às vezes que repeti esta frase. Ir correr sem música também fez com que eu tentasse arranjar distracções. É certo que apenas fiz uma prova e que a minha experiência neste campo será, digamos, um pouco acima de zero, mas mesmo assim daria este conselho: “esqueça os outros e concentre-se apenas no ritmo a que está habituado a correr. Lá para a frente, se estiver bem, acelere. Mas nos primeiros quilómetros, não invente”. A sensação com que fiquei é que é muito fácil perder a consciência do ritmo ideal por causa da euforia da prova. Vamos junto a um grupo, vemos uns a ganhar terreno e achamos, pela frescura que temos, que os conseguimos acompanhar. Errado. Fazer isso é meio caminho andado para dar cabo do resto da prova. O ideal é ir controlando tudo através do Garmin, pois esse não engana. Se o ritmo lá marcado for muito superior ao que fazemos nos primeiros quilómetros do treino, então, toca a abrandar e deixar os outros irem-se embora. Se for mais lento, esquecer aqueles a que nos atrelámos e avançar para o nosso ritmo.

Gostei dos momentos em que corri acompanhado. Sobretudo na zona de Castro Marim, onde o vento forte, contra o andamento, dificultava as coisas. Consegui ir atrás de um grupo de 4 que serviram de corta vento na perfeição. Noutra altura, colei-me a um espanhol que parecia ter um andamento igual ao meu. O meu Garmin apitou 5Km e ele perguntou-me o tempo que estávamos a fazer. Eu respondi-lhe e depois disso descobri que ele gostava de falar, pois começou a comentar o vento forte, a subida que vinha pela frente, etc. Tive que acelerar e sair dali rapidamente. Curioso o momento em que um passou por mim em ritmo de marcha. Curioso verificar que os treinos na passadeira, com 5% de inclinação, deram bons resultados no rendimento que tive nas poucas subidas que haviam do lado português. Curioso os miúdos em Ayamonte a esticarem a mão para bater na mão de quem passava – se o primeiro corredor estava constipado, todos os que vinham atrás e tocaram nessa mão também terão ficado. Curioso correr sob o aplauso e incentivo de anónimos.

O andamento foi ditado, uma vez mais, pelo conta rotações da máquina. Logo desde o início da prova que os batimentos se fixaram perto do valor de 160bpm. Bastava vir uma subida ou aumentar o ritmo que rapidamente ultrapassava os 166bpm, o suficiente para o Garmin começar a apitar: “Batimentos acima do máximo! Reduza! Reduza, pôrra! Mau, não me está a ouvir?” (sim, o meu Garmin diz isto). E torna-se chato ir ao lado de alguém e aquilo sempre a apitar: Ti-tiii, Ti-tiii. Na verdade, dar uma coisinha má a correr ao lado de alguém, seria ainda mais chato. Eu sigo à risca aquilo que o Garmin me diz. Se as pulsações ultrapassam o máximo dos 95% para a minha idade, eu sinto que tenho de reduzir o andamento e não insistir em esforçar a máquina. Talvez esteja a ser demasiado conservador, talvez se possa ultrapassar os limites nestes ‘dias especiais’, mas para já não quero arriscar.

Abasteci-me de água em 3 dos 4 pontos possíveis. E fiz aquilo que alguns se recusaram a fazer: só no posto seguinte de abastecimento é que largava a garrafa que me tinham dado no posto anterior. Porquê? Porque assim garanto que o lixo fica todo junto numa só zona e que não será esquecido por quem o recolher. Lamento sinceramente, como vi por diversas vezes, que houvesse quem atirasse a garrafa de plástico para o meio das ervas na berma. Até digo mais: quem faz isso deveria ser expulso da prova e multado. A mim não causa qualquer confusão ou transtorno transportar uma garrafa de água de 33cl na mão enre postos de abastecimento. Mas fico marafado quando vejo pessoas indiferentes ao facto de estarem a poluir o meio ambiente. Aos 8Km, antes de passar a ponte, ingeri o meu Gel Actifood da Isostar, sabor a maçã. Prefiro esse ao Total Performance Gel, também da Isostar, nem que seja pelo facto de ter uma tampinha e fazer menos javardice enquanto se consome. O pacote vazio, atirei-o depois para dentro de um contentor em Ayamonte.

Dificuldades? Achar a meio da prova que a bexiga precisaria ser aliviada e não querer imitar alguns que fizeram uma paragem na berma (a tal vantagem do masculino nestas coisas). Devia ser psicológico, pois cheguei a Ayamonte, vim para Olhão e só aí é que me lembrei que estava com um assunto pendente. Problemáticas as ruas empedradas de Ayamonte. Senti que aquilo me estava a lixar tornozelos e músculos. Aliás, nessa zona da prova, comecei a sentir uma dor estranha no músculo atrás do joelho, o suficiente para abrandar e ir pondo os pés no chão com muito cuidadinho. Isso, mais o vento contra e a falta de música, foram as dificuldades que senti. O andamento, confesso, correu até mais solto do que esperava e não foi uma dificuldade.

Por fim, chegar ao estádio e receber o melhor incentivo de todos, dado pela família, a qual já tinha visto chegar o primeiro corredor há mais de 40 minutos.

Em 614 corredores, fiquei no último terço da classificação geral. Impecável, tendo em conta que só na segunda quinzena de Setembro é que comecei a correr uma distância de 10Km e que até esta prova só tinha feito 2 treinos de cerca de 17Km. Chamaria maluco a quem, há uns anos atrás, me desafiasse para correr de um estádio ao outro ao longo de 17Km. Mas este é mais um exemplo que os treinos são os grandes responsáveis pela evolução desportiva. A eles será preciso ainda somar a determinação e a força de vontade para cumprir os objectivos e as metas traçadas, que podem ser mais ou menos ambiciosas. Para o ano, espero, se voltar a competir ali e mantiver os treinos, o objectivo passará por reduzir significativamente o tempo desta prova. O que é significativamente? Menos 10 a 15 minutos? Agora foram 1:39:06, a um ritmo de 5,43m/Km, para percorrer 17,3Km (dados oficiais).

A prova no Garmin Connect.

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11 respostas a X Milhas do Guadiana – 2011

  1. Ana diz:

    Parabéns! Sinceramente mesmo, quem me dera estar a fazer o mesmo. Qualquer minuto a menos é uma boa conquista. 🙂 e os filhos à chegada… vale mesmo tudo 🙂
    bjinhos

    • 🙂 Obrigado Ana. A visão da família a acenar das bancadas é mesmo o ponto alto da prova. Aliás, diria que se corre aquilo aquilo tudo apenas para saborear aquele momento. AH! E já me inscrevi hoje para a meia-maratona do 4 de Dezembro. Não sei se irei, se haverá um contratempo, mas já reservei lugar

  2. João Lima diz:

    Muitos parabéns!!!

    A primeira é mesmo inesquecível mas a segunda ainda é melhor, e por aí fora…

    Demora é entrarmos na primeira, a partir daí, ficamos “viciados” e não queremos outra coisa!

    Um abraço e força para mais!

    PS – Sobre o velcro, a ideia seria boa mas os dorsais (ou “peitais”) variam muito de tamanho!

    • Obrigado João. É mesmo isso: ainda mal acabámos a prova e já estamos a pensar na próxima. O senão, um aspecto que eu já referi por aqui, é a falta de provas de existe neste Algarve, sobretudo, as de 10Km. Mas como a Espanha é mesmo aqui ao lado, no início de Janeiro (a 14, creio), vai haver a meia-maratona de Ayamonte e já se está a pensar lá ir. Corre-se e aproveita-se para encher o depósito 🙂
      E no dorsal, a ideia era esta: Cortavam-se 4 tiras do velcro e colavam-se no dorsal, com uma das faces autocolantes. Depois, tirava-se o papel que cobria a outra face autocolante de cada uma das tiras e colava-se no corta-vento, p.e. No fim da prova, descolavam-se as tiras que tinham sido coladas à roupa. Ainda hei-de experimentar isto num treino, com o dorsal que trouxe desta prova

  3. Ganfas diz:

    Antes de mais parabens, a emoção e felicidade que se sente ao terminar uma prova, ainda para mais a primeira é óptima. Gostei bastante do relato que fizeste. Logo de inicio levantaste um problema que me anda a apoquentar, o que levar vestido para as provas no inverno. Em treinos ando todo encasacado, mas em provas não sei se quero ir assim. MP3 não costumo usar como corro em estrada acho mais seguro ir sem nada nos ouvidos.

    “Ainda nem teria percorrido 50m, quando olho para a esquerda e vejo uns tipos a correr do outro lado da pista, já quase a sair do estádio. É outra dimensão.” É mesmo impressionante, ainda hoje cada vez que apanho percursos onde me cruzo com os primeiros fico “parvo” a olhar para o ritmo assustador a que correm.

    A euforia do inicio é algo complicado de gerir mas como dizes o Garmin é nosso amigo e ajuda mt ir olhando para ele senão quando damos por nós já temos varios quilometros em cima a um ritmo que depois vamos pagar no final. Em relação aos abastecimentos vou seguir o teu conselho e comprar o gel que sugeres efectivamente é mais facil de abrir e suja menos, tenho usado os outros e é mesmo uma javardice lol.

    Fico contente por teres tido uma estreia tão boa e ter sido uma óptima experiência agora é começar a preparar a Meia Maratona de Lisboa, diria que se concluiste essa prova sem problemas tb fazes uma meia 🙂 A ver se dia 4 nos encontramos por lá.

    Abraço e bons treinos

    • Obrigado Ganfas. O Inverno tem sido uma desgraça para mim, no que respeita a fazer desporto ao ar livre. O ano passado, perto Natal, lá fui fazer uma corrida às 7 da manhã. Como ainda não conseguia fazer todo o percurso a correr, acabei por fazer os últimos 15m a andar. Foi o suficiente para arrefecer e arranjar uma bronquite desgraçada. Agora, na prova, a minha preocupação era ter forma de mudar de roupa assim que acabasse de correr, senão, era a desgraça por causa do vento frio que estava. Enquanto não estiver muito frio, julgo que aquela camisola que eu refiro no texto possa ser a melhor solução. Dá algum conforto térmico enquanto não se aquece e permite uma boa respiração quando se está a correr. Quando fica mais frio, a minha aposta passa por colocar por cima um corta-vento. É leve e protege do vento frio que dá cabo de uma pessoa. Mas a isso ainda junto umas luvas e umas calças de lycra.
      O outro Gel, do tal que se rasga a embalagem, faz-me lembrar a geleia de marmelo que a minha avó fazia no Inverno. Uma coisa líquida, super doce. Este Actifood, apesar de ser bem doce, não é tanto como o outro. Depois tem a vantagem (depende) de ser tipo pasta, o que evita que fique a pingar nos dedos ou besuntar tudo o que toque. A diferença é que ao ser tipo pasta, custa um pouco mais a engolir. De qualquer forma, o ideal é ingerir sempre o Gel com uma garrafa de água, para diluir e aumentar a velocidade de absorção.
      Eu por vezes ponho em causa chegar ao fim, não tanto pela de preparação, mas mais pelos imprevistos, ou seja, nunca achar que ‘são favas contadas’. Eu nunca fiz um treino de 21Km ou mais que isso. Mas ontem, se tivesse de correr isso, iria mais devagar e acredito que faria os 4Km que faltassem. O senão são os tais imprevistos: é a lesão, é a dor de burro, é uma indisposição, é uma quebra inexplicável de rendimento (O João Lima teve uma nesta prova e ainda continua sem saber explicar o porquê de tal coisa). Podemos de facto achar que estamos em condições, e de repente, ficamos parados sem conseguir chegar ao fim.
      Vou tentar fazer 3 treinos por semana: 1 de pista com séries; 1 de 10Km em estrada e 1 de 17Km lá no tal Ludo. Se apenas tiver disponibilidade para fazer 2, corto o de 10Km. E o resto dos dias são completados com a piscina e o ginásio, onde também faço passadeira (também uma opção para os dias de chuva ou de vento insuportável).
      Se não houver novidades, vemo-nos aí no 4 de Dezembro, a meio da Av. 24 de Julho (a partida para a meia, pelas 10:30). Mapa aqui e inscrições aqui

      • Ganfas diz:

        Esta semana consegui (não sei como) levantar-me as 6h e as 6:30 estar na rua a começar um treino que eram para ser 18km mas fiquei pelos 13.5 por falta de tempo para mais. O andar pelas ruas sozinho e a chover soube mesmo bem, levei uma camisola do género da tua e o corta vento, frio não tive e a chuva claro que passado uns 2km o corta vento já estava a ficar molhado, mas não passou muito para a camisola o que me surpreendeu.

        Em relação as provas é uma verdade que imprevistos podem sempre acontecer. Uma boa preparação dá sempre alguma confiança para enfrentar os 21Km, o que acontece durante a prova n se consegue prever.

        Dia 4 lá nos encontramos =)

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