A corrida (e o ciclismo?) segue(m) dentro de momentos

calf_tear

Ontem, finalmente, fui fazer a ecografia à perna esquerda. Só ontem, praticamente 1 mês depois de ter tido as primeiras queixas na perna, na sequência de um treino de corrida. Faz agora 1 mês que desabafei neste texto sobre isso.

Ainda não tenho o relatório do exame. Infelizmente demora a estar pronto e só o terei nas mãos na próxima 2ª Feira, dia 2 de Julho. A médica que fez o exame não podia (queria?) dar grande informação, mas mesmo assim consegui perceber que tenho uma rotura de 16mm nos gémeos. E se bem entendi, não será transversal, como naquela imagem, mas longitudinal. Além disso também deverei ter rotura de um tendão no joelho, no tal lado interior onde por vezes sinto uma pontada.

Aqui vai mais um desabafo. Chateia-me nesta história que tenha passado tanto tempo até ter feito a ecografia. No final de Maio, quando fui à consulta, o médico mexeu, apalpou, revirou, massajou e nada. Não me doía. À partida, estaria afastado o diagnóstico de rotura. Talvez tivesse sido uma contractura. Disse para eu ir correr que, «muito certamente», «muito provavelmente», não iria ter queixas. Mas se tivesse, para voltar à consulta pois aí o caso teria de ser analisado de oura forma. Acho que logo ali deveria ter sido solicitada uma ecografia para dissipar todas as dúvidas. A questão é que eu fui correr nos dias seguintes e talvez tenha andado a aumentar esta rotura. Não voltei a sentir a pontada nos gémeos que me deu na pista, mas também não andava a correr bem. A sensação é que se aumentasse a velocidade, algo poderia romper.

Por causa disto não fui ao triatlo de Peniche e andei a treinar limitado para o triatlo de Oeiras. Agora estava a treinar para o triatlo de Vila Viçosa. Nos treinos de corrida, os primeiros 4Km era feitos relativamente bem, mas depois disso, era sempre a fazer figas para que os sinais que algo não estaria bem na perna, não degenerassem numa lesão que me obrigasse a uma paragem total. Ou seja, desde o início de Junho que eu já poderia estar a fazer fisioterapia. Mas não. Tenho andado a treinar e, muito provavelmente, a piorar a situação ou a impedir que isto se cure de vez. A semana passada, bem ou mal fiz cerca de 7h30m de treino, que incluiu 18Km de corrida.

Na 3ª Feira vou à consulta mostrar o relatório e só aí é que finalmente deverei começar o tratamento disto. Até lá é certo que não voltarei a correr. Nadar não deverá piorar e ajudará  manter a forma. Em relação a pedalar, logo se vê. Pelo menos nos últimos treinos, depois de pedalar 30Km ou 45Km, não tenho sentido qualquer queixa nos gémeos da perna esquerda.

Escusado será dizer que Vila Viçosa terá de ficar para 2013.

Esta entrada foi publicada em Lesão com as etiquetas . ligação permanente.

5 respostas a A corrida (e o ciclismo?) segue(m) dentro de momentos

  1. João Lima diz:

    Força amigo!

    Uma recuperação o mais rápida possível

    Um abraço

  2. Ganfas diz:

    Força Luís, o que importa agora é recuperares a 100%.

    Boa recuperação.
    Abraço

    • Obrigado Ganfas. Uma pessoa habitua-se a treinar e depois, dizem-lhe que tem de parar. É difícil aceitar tal coisa, mas tem de ser. Até porque, estas coisas se não ficarem bem curadas, acabam por rebentar de novo mais tarde ou mais cedo.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s